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Diário de uma adolescente em CRISE
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04/05/2009 01:56
Mais versos e então poema.
E então o sol se põe
Apenas mais um dia qualquer
Uma maldita matina sequer
Pode me levar à peleja
Não importando onde eu esteja
E maldito seja o que me amou
Maldito seja o que me idolatrou
Mentiras e mais mentiras rodaram tua cabeça
Maldita cabeça infantil
Maldito seja seu cantil
E rimas que me mexem os neurônios
Nesses paradoxos errôneos
Amor, amor de plástico...
Ódio, ódio de ártico!
Que droga, não sei amar!
Não me ensinaram a perdoar
Não me ensinaram a rimar
Mas aprendi que rimar é isso
E vou vivendo nisso
Rimando coisas sem sentidos
De rumos perdidos
Mas talvez alguém compreenda
E antes que eu entenda
Alguém ainda vai entender
Como para eu é difícil viver...
enviada por Cadavérica
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